quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Feliz Natal!


Um Desejo de Natal

Papai Noel neste Natal eu desejo que a "Paz e a Harmonia"
encontre moradia em todos os corações.

Que a Esperança seja um sentimento constante
em cada ser que habita este planeta.

Desejo que o Amor e a Amizade prevaleça acima de todas as coisas materiais.

Que as Tristezas ou Mágoas, sejam banidas dos corações,
dando lugar apenas ao Carinho.

Que a "Dor do Amor", encontre o remédio em outro Amor.

Que a "Dor Física", seja amenizada e que Deus esteja ao lado de todos,
dando muita força, fé e resignação.

Que a Solidão seja Extinta, e no seu lugar se instale
a Amizade Verdadeira, e o Companheirismo.

Que as pessoas procurem olhar mais a sua "Volta", e não tanto para "Si" mesma.

Que a Humildade e o Respeito residam na Alma e no Coração de todos.
"Que saibamos Amar e Respeitar o Próximo como a nós mesmos".

Desejo também que meu pedido se realize não só neste Natal,
mas em todos os dias de nossas vidas!


Feliz Natal!


Autora: Iraima Bagni

terça-feira, 16 de outubro de 2007

VAGAS PARA OFICINA DE CAPOEIRA

A FADEM - Fundação de Atendimento a Deficiência Múltipla através deste informativo vem divulgar a realização de aulas de Capoeira para crianças e adolescentes de 10 a 18 anos com necessidades especiais. As atividades ocorrem na FADEM uma vez por semana, a duração é de uma hora.

A atividade propicia o aprendizado dos movimentos da Capoeira, aulas de canto e ritmo com os instrumentos que fazem parte da roda de Capoeira, assim como outras manifestações da cultura popular que são desenvolvidas na oficina. As atividades coletivas e cooperativas favorecem o desenvolvimento físico, psíquico e social de crianças e adolescentes com necessidades especiais.

Horários:

Segunda-feira (manhã): 10h20 às 11h20

Quarta-feira (tarde): 16h50 às 17h5

O aluno poderá vincular-se em apenas um dos turnos.

O valor será combinado com a assistente social da FADEM.

Os interessados deverão entrar em contato com a FADEM pelo fone 3328. 6780

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Uso da internet no ensino médio

Uso da internet no ensino médio
26/9/2007

O Colégio de Aplicação venceu a modalidade Uso da Internet no Ensino Médio do 1º Concurso Internacional EducaRede - Internet e Inovação Pedagógica, da Fundação Telefônica. O projeto classificado é Webwriters, coordenado pela mestranda do programa de Pós-graduação em Letras, Ingrid Broch. Trata-se de uma atividade que estimula a prática do Inglês por meio de interpretação de peça teatral, com interação e registro em espaço virtual. Por sua classificação, o Aplicação ganhará um computador e participará do 4º Congresso Internacional EducaRede, que ocorre em outubro, na Espanha. Outras informações sobre o projeto e o concurso podem ser obtidas na página relacionada abaixo.

Link Relacionado:
www.educarede.org.br/educa/index.cfm?pg=revista_educarede.especiais

Fonte: http://www.ufrgs.br

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

NAE - UFRGS

NÚCLEO DE APOIO AO ESTUDANTE

Oferece:

Oficina: Planejamento de Carreira

Objetivo: oportunizar um espaço para reflexão sobre a carreira profissional e a construção de metas profissionais

Público-alvo: estudantes de graduação e pós-graduação da UFRGS

Data: 18 e 25 de setembro (terça) - Horário: 09h00 às 12h00

Local: Instituto de Psicologia - sala 209 Ramiro Barcelos, 2600 (esq. Av Ipiranga)

OFICINA GRATUITA - VAGAS LIMITADAS

IMPORTANTE: 6 horas no total, a participação é obrigatória nos dois dias

Inscrições e informações: nae.psico@ufrgs.br

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

A Revista Currículo sem Fronteiras publica um novo número: o volume
7, número 1, de janeiro/junho 2007, é uma edição especial temática
sobre "Educação Histórica", organizada por Isabel Barca, da Universidade do Minho.

Segundo um dos editores, professor Luís Armando Gandin, a revista tem
acesso completamente gratuito na internet e todos os artigos podem
ser consultados livremente. Currículo sem Fronteiras é uma revista
internacional (Portugal/Brasil), classificada como Nacional A, que ao
longo de seis anos propõe ser um espaço para a discussão de uma
educação crítica e emancipatória, reforçando o diálogo entre os países
de língua portuguesa.

A revista Currículo sem Fronteiras pode ser acessada no site
http://www.curriculosemfronteiras.org


Artigos que compõem o Volume 7 - Número 1 - Janeiro/Junho 2007:

- Introdução: a Educação histórica numa sociedade aberta
Isabel Barca

- Personagens da história: perspectivas de alunos portugueses e brasileiros em final da escolaridade básica
Fátima Chaves

- Perspectivas de alunos do ensino secundário sobre a interculturalidade e o conhecimento histórico
Júlia Castro

- Narrativas históricas nos livros escolares: a perspectiva dos alunos
Yi-Mei Hsiao

- As explicações de alunos sobre o conflito Israelo-Árabe: um estudo no 3º Ciclo do Ensino Básico
Paula Dias

- Marcos de Consciência Histórica de Jovens Portugueses
Isabel Barca

- Concepções de passado como expressão de consciência histórica
Marília Gago

- Educação histórica: o uso de ferramentas culturais relacionadas com a diversidade de experiências e atitudes dos estudantes
Irene Nakou

- Professores e produção do currículo: uma experiência na disciplina de História
Maria Auxiliadora Moreira dos Santos Schmidt e Tânia Maria F. Braga Garcia

- Evidências patrimoniais para a educação histórica: uma experiência educativa no Centro Histórico de Guimarães
Maria Helena Pinto

- Exploração do pensamento arqueológico das crianças
Flávio Ribeiro

- Conceito de evidência: esboço de um diálogo entre Educação Histórica e Filosofia
Daniel Hortêncio de Medeiros

OUTROS TEMAS:
- A educação num contexto de hegemonia ideológica neoliberal
Manuel António Ferreira da Silva

- Corpo e Gênero nas práticas escolares de Educação Física
Francis Madlener de Lima e Nilson Fernandes Dinis

- Processos de socialização entre adultos e crianças e entre as próprias crianças no interior da creche
Altino José Martins Filho

- Circulação de saberes e mediação institucional em documentos oficiais: análise de uma proposta curricular para o ensino de Língua
Portuguesa
Émerson de Pietri

Colabore com esta divulgação de mais vagas em UNIVERSIDADE FEDERAL – ensino gratuito de qualidade.

É mais um processo seletivo para ingresso na futura UNIPAMPA (Rio Grande do Sul), nos seguintes cursos de graduação, sob gestão da UFPEL. Informações em http://ces.ufpel.edu.br/unipampa

DOS CURSOS E DAS VAGAS

Serão ofertadas trezentos e noventa (390) vagas, distribuídas em 7 (sete) cursos, conforme quadro abaixo.

ATO DE AUTORIZAÇÃO AO RECONHECIMENTO dos cursos: Ata nº 03/2005 do CONDIR


Engenharia de Produção

Engenharia da Computação

Licenciatura em Física

Licenciatura em Matemática

Geofísica

Administração (Bacharelado)

Zootecnia

*Entre no site e confira mais detalhes...

DA INSCRIÇÃO

A inscrição para este Processo Seletivo deverá ser feita no período compreendido entre as dez horas (10h) do dia seis (06) de setembro e as quinze horas (15h) do dia vinte e um (21) de setembro de 2007, através do preenchimento da ficha de inscrição –– via internet –– e do pagamento da taxa correspondente junto à Caixa Econômica Federal.

A taxa de inscrição será de noventa reais (R$ 90,00). Poderão ser isentos ou parcialmente isentos do pagamento da taxa de inscrição os candidatos previamente inscritos no Programa de Isenção ou Desconto, coordenado pela Pró-Reitoria de Assistência Estudantil.

DA REALIZAÇÃO DAS PROVAS

As provas serão realizadas nas cidades de Pelotas (RS), Bagé (RS), Dom Pedrito (RS), Caçapava do Sul (RS) e Sant’Ana do Livramento (RS), das oito horas (8h) às doze horas e trinta minutos (12h30min), nos dias cinco (05) e seis (06) de outubro de 2007.

domingo, 2 de setembro de 2007

Curso de Língua Brasileira de Sinais

O NAPNES - Núcleo de Apoio e Pesquisa a Pessoas com Necessidades
Especiais da Escola Técnica da UFRGS promove os seguintes cursos:

- Curso de Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS Básico Nível I (60h)

- Curso de Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS Básico Nível II (60h)

As inscrições podem ser feitas no período de 3 a 12 de setembro de
2007, à tarde, na sala 158 da Escola Técnica da UFRGS (Av. Ramiro
Barcelos, 2777).
Ambos os cursos serão realizados no período de 14 de setembro a 14 de
dezembro de 2007, às sextas-feiras, das 14h às 17h30min.
Investimento de R$180,00.
Coordenação de Ana Vilma Tijiboy.


Informações pelo e-mail email: tijigirl@ufrgs.br e pelos telefones 3308-5148 ou 3308-5157.

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Crianças preferem ganhar tecnologia e dinheiro de presente

Quando questionadas sobre quais seriam os presentes ideais, os mais citados foram os MP3, MP4 e IPod, dinheiro e videogame

SÃO PAULO - A Turner International Networks - empresa que engloba o canal infantil Cartoon Network - realizou uma pesquisa com 1.066 crianças entre 7 e 15 anos e mapeou o comportamento dos consumidores infantis no Brasil.
Intitulada Kids Experts, a pesquisa revelou que se engana quem acredita que criança gosta de ganhar brinquedo. Quando questionadas sobre quais seriam os presentes ideais, os mais citados foram os MP3, MP4 e iPod, eleitos favoritos por 42% das crianças entrevistadas. Já 40% afirmaram que gostariam de ganhar dinheiro e 38% disseram querer um videogame.

Meninos e Meninas
Quando meninos e meninas foram questionados, separadamente, sobre quais presentes gostariam de ganhar, eles discordaram sobre qual seria o melhor presente. As meninas disseram preferir os MP3, MP4 e iPod (49%), enquanto os meninos preferiram os videogames (54%), mas a diferença entre os sexos acaba, quando o assunto é encher o cofrinho.
Ambos os sexos disseram que dinheiro é o segundo melhor presente que poderiam ganhar, sendo escolhido por 43% dos meninos e 35% das meninas.
Em terceiro lugar, os meninos elegeram os MP3, MP4 e iPod (36%) e as meninas escolheram um mascote ou uma boneca (21%).
Vale lembrar que as 499 meninas e os 567 meninos entrevistados podiam citar mais de um presente como favorito.

Para quem pedir?
Questionados sobre para quem pediriam o presente ideal e achavam mais fácil conseguir, 40% das crianças disseram que pediriam para a mãe; 25% afirmaram que pediriam para o pai e 35% disseram pedir para os dois, pois não faria diferença.
Entre as desculpas mais comuns ouvidas dos pais para não ganharem o presente, 62% disseram que costumam ouvir que o pedido é muito caro; 55% dos pais dizem que não têm dinheiro e 46% dizem que vão comprar depois.
A pesquisa foi realizada em 2006 - e divulgada neste ano - com crianças do Rio de Janeiro e São Paulo.

Fonte: http://dinheiro.br.msn.com/financaspessoais/noticia.aspx?cp-documentid=5155398

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Pessoal,
olhem a mensagem que recebi pela lista de tutores do PEAD (Pedagogia à distância) da UFRGS. Esse texto foi extraído do jornal Zero Hora de Porto Alegre.
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Crianças – Frankstein

CLÓVIS DA ROLT

Professor, mestrando em Ciências Sociais pela Unisinos

ZERO-HORA/SEGUNDA/25/JUNHO/2007

O Mágico de Oz perdeu o encanto. Alice anda sozinha no país das maravilhas. A boneca Emília está carcomida pelas traças e a Cuca não espanta mais ninguém.

A infância que outrora aprendeu a valorizar os personagens, ambientes fabulosos e metáforas imaginativas da literatura, está cada vez mais envolvida pelas diretrizes do universo corporativo dos adultos. As crianças não têm mais tempo para viver a condição que sua idade lhes coloca, devido à ação devastatória dos próprios pais, das escolas, e das exigências da sociedade capitalista, que inculcam na infância determinadas práticas capazes de transformá-la numa fase da vida em que se gestam pequenos predadores sociais.

Crianças nascidas nos estratos economicamente privilegiados deixaram de ser crianças para se tornarem projetos futuros de denominação e exercitarem suas práticas de competitividade com o impulso da família e do sistema educacional. Há crianças que não sabem mais o que é brincar ou deixar-se tomar pelo enlevo do lúdico e da imaginação, pois estão absorvidas pelo excesso de preocupação dos pais em relação ao sucesso futuro de seus filhos. Essas crianças não apenas se amoldam a uma estrutura que lhes cobra níveis humanos de excelência e eficiência, como também devolvem para o mundo à sua volta os preceitos éticos com que são alimentadas. Muitas delas, são depositárias das experiências fracassadas dos pais.

Não é incomum vermos crianças que espelham a rotina dos pais, sendo obrigadas, além de ir à escola, a participar de uma infinita carga de atividades para compensar a permanente defasagem que os pais julgam que esta recaindo sobre elas. Isso, talvez, explique o que muitos especialistas já estão cansados de afirmar, quando se referem aos transtornos de ordem psicológica e de aprendizagem cada vez mais freqüente no universo infantil.

A infância precisa voltar a ser infância. Voluntária ou involuntariamente, ao abrirem mão de uma formação mais humanizada para seus filhos, os pais estão ajudando a constituir sujeitos supérfluos, banais e previsíveis, rendidos à dissimulação do universo adulto, cujo preceito mais evidente é garantir às crianças um futuro promissor, burlando os contextos e as práticas próprias da infância em prol de uma imbecil competitividade ensinada em best-sellers como Pai Rico, Pai Pobre, cartilhas escritas por malandros que as escolas, por exemplo, insistem em sustentar, pagando-lhes altos cachês por palestras proféticas destinadas aos pais de alunos e aos professores.

Já é uma realidade crianças de sete anos de idade ganharem um laptop para administrar as tarefas da semana, que incluem aulas de equitação com cavalos-marinhos, técnica de uso da espada samurai e leitura em braile com os dedos dos pés. Futuramente, veremos se essa abominável forma de educar gerou uma sociedade melhor ou se nos legou pessoas e profissionais que, um dia, foram crianças-frankstein.

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Escolas reproduzem exclusão digital

As escolas brasileiras, em vez de reduzir a chamada brecha digital, ou seja, a distância que separa quem tem mais, menos ou nenhum acesso às novas ferramentas da tecnologia, pode reproduzir ainda mais esse tipo de exclusão digital. Esse é um dos resultados do estudo “Lápis, Borracha e Teclado – Tecnologia da Informação na Educação – Brasil e América Latina”, que a Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana (RITLA), em parceria com o Ministério da Educação e com o Instituto Sangari, lançou hoje em Brasília.

De autoria do sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, diretor de pesquisas do Instituto Sangari, o estudo utiliza as informações existentes sobre a situação das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC) no Brasil, na América Latina e no mundo, para dimensionar as diversas brechas digitais entre os que têm e os que não têm acesso ao mundo da informática e da internet, especialmente no campo da educação.

Segundo o estudo, essas brechas não existem apenas entre grupos de países – os denominados avançados e em desenvolvimento – mas também no interior deles, apresentando fraturas internas atribuíveis a diferenças espaciais, de raça ou de renda. “Entende-se no trabalho que as brechas nada mais são que uma nova forma de manifestação das tradicionais diferenças e divisões existentes em nossas sociedades e no mundo, novas formas de exclusão que recapitulam e reforçam as diferenças pré-existentes”, destaca Jorge Werthein, diretor executivo da RITLA.

“Entre os estudantes repetem-se as mesmas fraturas geográficas, socioeconômicas e de cor, que encontramos na população total. Espaços que deveriam promover e democratizar o acesso às novas ferramentas tecnológicas acabam beneficiando grupos privilegiados”, observa Ben Sangari, presidente e fundador do Instituto Sangari, um dos patrocinadores do trabalho.

"Este estudo é muito oportuno. Chegou na hora certa. O MEC vem realizando um esforço pela inclusão digital e por uma mudança na prática pedagógica nas escolas", observou o secretário de ensino a distância do Ministério da Educação, Carlos E. Bielshowsky, presente na entrevista coletiva de lançamento do relatório.

Os dados trabalhados no estudo evidenciam que o Brasil experimentou avanços, em alguns casos bem significativos. Mas também que existem ainda sérios problemas a enfrentar. A pesar desse enorme volume de usuários – acima de 35 milhões – o Brasil, quanto à proporção de sua população total que em 2005 teve acesso à internet (17,2%), encontra-se, na América Latina atrás de Chile (28,9%), Costa Rica (21,3%), Uruguai (20,6%) e Argentina (17,8%), e na posição 76 entre os 193 países do mundo pesquisados pela União Internacional de Telecomunicações.

Para acessar o relatório na íntegra (versão apenas para visualização): Lapis Borracha Teclado 5.84 Mb.

Fonte dessa reportagem: http://www.ritla.net/index.php?option=com_content&task=view&id=623&Itemid=1